Chegamos ontem à noite ao Hotel Jen Dow International, na cidade de Kaohsiung, Taiwan.
Saímos de St. Paul, Minnesota (EUA), 27 horas antes.
Entretanto muita coisa aconteceu:
O primeiro voo St. Paul – Los Angeles foi excelente. Aterramos no Aeroporto Internacional de Los Angeles – onde, invariavelmente, decorria uma qualquer filmagem e fomos para o Terminal respectivo. Lá aguardamos a nossa ligação de 13 horas até Taipe (a capital de Taiwan, a Ilha Formosa).
No momento do embarque, no meio da normal confusão de entrada de 350 passageiros para um Boeing 747 (Jumbo) da China Airlines, foram-nos pedidos os bilhetes. Ora nós só tínhamos os cartões de embarque pois os bilhetes haviam ficado em St. Paul, no embarque. Devo confessar que foram 20 minutos muito complicados para nós pois a hospedeiras de terra foram peremptórias ao afirmar que “sem bilhetes não podíamos embarcar”!! Sugeri comprar 3 novos bilhetes. Não devia dar tempo pois já só tínhamos 5 minutos para o voo partir (junto de nós, a Presidente do Comité Técnico de Ginástica Acrobática, Tonya Case, tentava, também, na capacidade das suas possibilidades, ajudar). Por fim, a Supervisora Grace (nunca mais hei-de esquecer este nome) decidiu que o melhor a fazer seria declararmos os bilhetes perdidos e pagar uma multa correspondente por forma a que ainda pudéssemos ir no voo. Assim foi, entregamos os Passaportes para fotocopiar e esperamos ordem para o embarque. O voo atrasou perto de 45 minutos por nossa causa. Entramos no avião sem os passaportes pois ainda não tinham chegado (e se não entrássemos fechariam a porta). Deve ter sido a decisão mais difícil que tomei: entrar no avião para um voo intercontinental sem termos os passaportes. Tive de ponderar as nossas idades (apenas o Tiago não é maior – por 15 dias), o quanto trabalhamos para estar aqui, o que poderia significar ficarmos em Los Angeles, quais os eventuais riscos de chegarmos sem passaporte... Escusado será dizer que me recusei a sentar e a apertar o cinto enquanto eles não chegaram... Pouco depois, uma hospedeira – também ela ofegante – entregava-me os documentos. Logo depois o avião descolou.
(numa daquelas coisa “à Lourenço” resolvi medir a pulsação uma hora depois de estarmos a voar – 128 bpm... Ainda... Devia estar bonito antes...)
O voo, devo dizê-lo, foi dos melhores que já fiz. Vimos os habituais filmes, tomamos o pequeno-almoço e o almoço (acho que eram estas as refeições mas confesso que, com tanta trapalhada com os fusos horários não me admirava que fossem outras) e dormimos um pouquinho.
Em Taipe encontramos a restante comitiva nacional (Trampolins e Tumbling).
A parte final da odisseia decorreu em Kaohsiung, o nosso destino final. É que as malas ficaram em Los Angeles. PERFEITO!!
Último dia em St. Paul - fui ver o Cirque du Soleil - Kooza
Poster na cidade de Kaohsiung